sexta-feira, 19 de setembro de 2008
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Trimurti - Os Três Rostos
(Mais fotos aqui)Paulo Martins
domingo, 24 de agosto de 2008
Juan Pinilla - Fábrica da Pólvora
Um concerto...
sábado, 23 de agosto de 2008
Miguel Martins “Kaleidoscópio”
(Mais fotos aqui)
Paulo Martins
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
L’Utopie
(Mais fotos aqui)segunda-feira, 11 de agosto de 2008
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Outras vidas...
sábado, 26 de julho de 2008
Circo Diatónico – Fábrica da Pólvora
sexta-feira, 25 de julho de 2008
domingo, 20 de julho de 2008
Med´Set Orkestra - Fábrica da Pólvora

(Mais fotos aqui)
Paulo Martins
Simone de Oliveira

(Mais fotos aqui)
Paulo Martins
domingo, 13 de julho de 2008
On Dixie, no Maxime
(Mais fotos aqui)Feiras Medievais II
(Mais fotos aqui)
sábado, 12 de julho de 2008
7 Sóis Orkestra, na Fábrica da Pólvora
(Mais fotos aqui)quarta-feira, 9 de julho de 2008
Carlos do Carmo na Festa do Fado
O meu blogue recebeu 30 000 visitas. Passem por lá em http://jvasco-fotografia.blogspot.com/ . Abraços.
terça-feira, 8 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Na rota das feiras medievais
domingo, 6 de julho de 2008
Toma Castaña, na Fábrica da Pólvora
(Mais fotos aqui)
domingo, 29 de junho de 2008
Mish-Mash, na Fábrica da Pólvora
(Mais fotos aqui)
sábado, 28 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Jazz na Culturgest
domingo, 22 de junho de 2008
"Pulsação", de Susana Félix
sábado, 24 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Retalhos de uma viagem...
Paulo Martins
quinta-feira, 15 de maio de 2008
quarta-feira, 14 de maio de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
segunda-feira, 12 de maio de 2008
sábado, 10 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
sábado, 3 de maio de 2008
domingo, 27 de abril de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Os vizinhos
domingo, 20 de abril de 2008
"Os Vizinhos"

sábado, 19 de abril de 2008
terça-feira, 15 de abril de 2008
sábado, 12 de abril de 2008
...palavra curiosa, esta...
ALOHA
Esta deve ser uma das palavras mais curiosas de entre as que existem. É da língua havaíana e significa, ao mesmo tempo, afecto, amor, paz, compaixão, adeus e olá. Por isso, deve ser uma das palavras mais bonitas do mundo, à qual juntaria a palavra saudade. Como que por magia, encontro duas palavras que traduzem muito o que me vai pela alma em relação a este curso, em relação ao que aprendi, em relação às pessoas que conheci, os novos amigos e a forma como cada um vê a realidade. Sempre a paixão, o amor, o afecto, a paz, o adeus e o olá. E a saudade também.
Fica, por isto, o meu muito obrigado a todos, que me permitiram crescer desta forma tão mágica e o forte desejo que aloha não passe a significar somente adeus mas principalmente olá.
ALOHA
Paulo Martins
sexta-feira, 11 de abril de 2008
até breve
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Agradecimento
O MEF deixa aqui algumas palavras de agradecimento aos alunos e às alunas do Curso de Fotografia Aplicada 2007/08 que agora termina. Agradecimento que estende naturalmente aos formadores.
Acima de tudo... muito obrigado:
Obrigado pela força, pela crítica no momento certo, pelo carinho, pelo respeito, pela simpatia, pela entrega que sempre tiveram ao longo destes 7 meses.
Não temos qualquer dúvida que é devido à existência de alunos que partilham uma mesma paixão da forma que vocês a partilharam connosco, que o MEF poderá crescer enquanto movimento fotográfico.
Foi um prazer ter partilhado estes momentos com todos.
Obrigado.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Fotojornalismo - Os vizinhos
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Fotografia Documental - Cabrito à Monção
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Fábrica de Material de Guerra - clicar aqui
Um dos edificios pertencente ao complexo industrial ao serviço das forças armadas ainda não recuperado, colocado em funcionamento em 1908 e desactivado na década de 90, servia na produção de centenas de milhares de armas, na sua maioria de infataria: espingardas automáticas, metralhadoras, revolveres e suas respectivas munições, chegando ainda à produção de morteiros. Grande parte da sua produção foi para o mercado externo, e um dos maiores clientes terá sido a Alemanha durante o início da década de trinta até meados da década seguinte terá colocado nos cofres do estado parte do ouro que alguns tanto gabam ter existido e o pico de produção do complexo, registou-se no final da década de cinquenta até setenta e quatro com a guerra colonial. No presente dia, este magnífico edificio de triste passado, cuja a arquitectura marca o período da revolução industrial, encontra-se para demolição afim de dar lugar a mais um projecto megalómano do arquitecto Renzo Piano. Em tudo antagónico, será uma forma de apagar o passado?Fotografia documental
quinta-feira, 3 de abril de 2008
... ainda o teatro...
domingo, 30 de março de 2008
Os meus vizinhos são números!
mpo em que as relações interpessoais estão em crise e a solidariedade é uma palavra vã, conhecemos os que estão fisicamente próximos, ou as relações de vizinhança não são mais do que conformismos soturnos, traduzidos nas saudações envergonhadas da saída e do regresso a casa?
ter que transportar comigo uma chave de casa. Não que a casa a não tivesse, mas pelo simples facto de que ela estava sempre no que local onde pertence e que lhe dá uso: a fechadura. Ao sol durante o dia, do lado do aconchego do lar, à noite. Da mesma forma recordo os serões em que os meus vizinhos vinham conviver com a minha família, e vice-versa, fosse verão, fosse Inverno, porque motivo de conversa havia sempre. As maleitas da horta ou o madraço do tempo. Ou, quem sabe, a doença da D. Alice que lhe tolhe os movimentos. Ou, porque não, o produto da caça à perdiz daquele dia e as habilidades do cão, a quem não há coelho que escape!
Anos volvidos e
ncontrei-me na cidade com as chaves de casa sempre no bolso. Habitando o mesmo espaço que outros tantos milhões de seres que se cruzam, que não se conhecem, que não querem conhecer-se, que se refugiam no seu habitáculo, preservados como se fugissem da peste bubónica de que parece todos padecem.
São assim os meus vizinhos e, ainda que conheça o invólucro que os transporta, dia após dia, não sei quem são. O que fazem. Se são bons ou se são maus entes. Sei apenas que são, porque me cruzo com eles.
Conheço bem, contudo, o número dos prédios onde residem. Bem, porque só tenho que saber que eles existem, sem vida, apenas identificativos de um local onde habitam seres vivos, tal como uma lápide que indica o local de um defunto.
São números inanimados contendo outros números de criaturas vivas. E porque, inanimados, não têm vivências que interesse conhecer, ou possam fazer-me companhia, ao serão, falando da vida e das suas vicissitudes. Do que ambos almejamos na vida. Das nossas aventuras de bar ou de outras traquinices de juventude. Esses números eu conheço. São e é tudo.
sexta-feira, 28 de março de 2008
os meu vizinhos - o título original
quinta-feira, 27 de março de 2008
"Hamlet, Heterónimos, Pessoas" - Malaposta
Vizinhos... os meus.




quarta-feira, 26 de março de 2008
A solidão dos vizinhos
Algures a caminho de Sintra, entre Lisboa e Rio de Mouro, moram os meus vizinhos. Durante três dias seguidos a contar do Domingo de Páscoa, da minha janela, por duas a três horas de cada vez, observei e registei os seus movimentos. Escassas décimas de segundo de vidas, que só por si nada nos dizem mas, na sua unidade, expressam como passámos do “viver com”, para apenas vivermos “perto de”.terça-feira, 25 de março de 2008
Módulo de Fotografia de Espectáculo
sábado, 22 de março de 2008
segunda-feira, 17 de março de 2008
quarta-feira, 12 de março de 2008
elemento
do Lat. elementus. m.,
tudo o que entra na composição de alguma coisa; cada uma das partes de um todo; indivíduo considerado como parte de um grupo; substância que não se pode decompor;
(...)
ambiência ou meio em que se vive; (...)
segunda-feira, 10 de março de 2008
sábado, 8 de março de 2008
sexta-feira, 7 de março de 2008
... a brincar... com retratos.
Paulo Martins
... ainda o nu em interiores...
... o grande formato...
quarta-feira, 5 de março de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
Saída do Módulo de Paisagem e de Nu
domingo, 2 de março de 2008
sábado, 1 de março de 2008
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
O Fado
Fotografia final do módulo de nú inspirado no quadro "O Fado" de José Malhoa
Estudo de iluminação para o módulo
Ao Luís Rocha - Co-Produtor deste projecto, ao Pedro Leitão -o Guitarrista, à Tânia Araújo - a minha primeira modelo a sério e à nossa modelo de nú - pela cooperação e muita paciência - muito obrigado
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
sábado, 23 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Módulo de Nú
Vazio
Módulo - nu
domingo, 17 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Saída fotográfica
D.Rosa, ansiã de Vila Nova de Erra, foi de uma simpatia
enorme ao deixar-se fotografar. Olhos-nos-olhos, tenho
o previlégio de apreciar a serenidade no rosto de quem
já muitos invernos passou.
O Sr.Lopes contou a história da vila, de tempos idos, dos
seus gostos e desgostos na infância, na juventude e na velhice.
Aos oitenta e dois anos é dono de uma vivacidade e lucidez
impressionante.
O tempo passa e as paredes ruem, mas a sua amizade e
companheirismo sao inabaláveis. Na sua simplicidade
percebi um pouco mais da arte de envelhecer.
Casal Pereira frente à sua laranjeira. Foram calorosos ao
receber todos os que quiseram entrar no seu quintal,
a D.Margarida Pereira ofereceu o que à mão tinha.
Apesar de não ter havido o tempo necessário para
"descontrair" nem as condições ideais para registar o
simbolismo do momento à 1ª.
"Tasca da Jinginha" -Foi assim o nome pelo qual eu registei
mentalmente a casa onde o Sr.Manuel é o proprietário,
depois de ter encontrado em dois pequenos cálices de
espesso rubi uma agradável sensação de calor e na cara de
quem recebe vi a satisfação por ter a casa cheia e alegre,
com pessoas vindas de fora.
O Joao e o Pedro são compinchas de brincadeira,
juntos percorrem a velocidades super-sónicas,
num mundo de fantasia, as ruas dos avós dos seus avós
que agora são suas.
Esta menina estava enroscada de vergonha no refugio
seguro das pernas do avô , havia muita gente apontar na
sua direcção, todos reclamavam a sua atenção. Quando
estava a desistir disse-lhe: adeus menina tangerina - ela
virou-se.
Panorâmica do açude de Coruche.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
domingo, 3 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
domingo, 27 de janeiro de 2008
Espectáculo: “Passos Contados” de/por Maria Radich
Espectáculo de Dança Contemporânea que aconteceu este fim-de-semana na Casa de Teatro de Sintra integrado no ciclo de dança 4 estações. Aqui fica mais um conjunto de imagens referentes ao módulo espectáculo.
Antígona, de Sófocles - Ensaios n' A Barraca
Paulo Martins
domingo, 20 de janeiro de 2008
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Excalibur - Light session
Sessão na Bica


terça-feira, 1 de janeiro de 2008
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Módulo de Iluminação
Um pouco atrasada e com o apoio de todos os colegas, deixo a fotografia final do Módulo de Iluminação.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
sábado, 22 de dezembro de 2007
Sessão de retrato
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
...retrato(s)...
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
My Precious...
sábado, 1 de dezembro de 2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
...no Baliza Café...
terça-feira, 27 de novembro de 2007
bancada
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Sessão de Iluminação | Baliza Café Bar
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Módulo II / Iluminação
domingo, 11 de novembro de 2007
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
aos teus pés
terça-feira, 6 de novembro de 2007
"Lensless beauty"
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
terça-feira, 30 de outubro de 2007
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
"MORABEZA"


sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Verde escuro
O caos de Odivelas desinspirou-me.
Estivéssemos no sec. VIII a.C e guiássemo-nos pela mitologia grega e o caos poderia ser um “vazio primordial de carácter uniforme, ilimitado e indefinido que precedeu e propiciou o nascimento de todos os seres e realidades do universo”*. Mas este é um caos actual e, irremediavelmente contemporâneo.
Contemporâneo e omnipresente em alguns subúrbios de cidades como Lisboa. Um caos de betão e que aniquila o verde que, aqui e ali, se esforça en nome de uma esperança de outros futuros mais equilibrados. Um equilíbrio que se perdeu para sempre. Um verde que só um olhar exigente pode notar.
Viver rodeado desta desarrumação turva o olhar e as ideias. Serão alguma vez os blocos de betão arrancados para a plantação de árvores? À sombra deste prédios vivem-se rotinas que engolem o tempo e as energias que poderiam tornar este caos numa oportunidade.
Alípio Padilha
____________________
*in Diccionário Houaiss de Língua Portuguesa
nota: bem diferente do que apresentei na aula bem sei. de entre as fotos tiradas naquele dia eliminei as que não continham nenhum verde residual substituindo-as por duas que o mantêm dificilmente focado. a inspiraçao esvai-se tal como o quase ausente verde. ;-). boas Fotos e sempre olho Vivo!
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
IDADE DO PLÁSTICO
do Latim vitiu

s.m.,(...) acção indecorosa que se pratica por hábito;(...) dolo(!)
Compulsivo, descontrolado, sem consciência ou necessidade. Instinto natural, o desejo de possuir, procurar sentidos. Expressões físicas do Eu.
Reflexos de personalidade. Busca eterna de estímulos externos.
O prazer é tão fugidio quanto o desejo primário.
Extenuante!
Sentir falta de tudo e ao tê-lo, sentir que ainda não era o tudo, e recomeça a busca, mais intensa, mais vincada.
O falso prazer, os falsos sentidos das verdadeiras emoções mascaradas de exacerbadas intenções.
Conforto magoado por (de)feito próprio.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Movimentos urbanos
Watch(in') Time
Vivemos realmente o tempo, ou ele foge-nos por entre os dedos?O relógio condiciona inexoravelmente o nosso quotidiano. Voluntariamente ou arrastados, vivemos o dia-a-dia com “falta de tempo”, recorrentemente verbalizando que “tempo é dinheiro”. Contudo, desaproveitamos tempo e perdemo-lo efectivamente, extraviados num mar de superficialidades, apanágio da “vida moderna”, das grandes cidades e das catedrais do consumo.Também sabemos que o “tempo foge”, que não se regenera, que jamais poderá inverter a sua implacável marcha. Mas, mesmo sabedores de tal facto, caímos no insensato logro de pensar que o mesmo não finda, nem se nos acaba jamais. Quedamo-nos, dessa forma, numa letargia em que apenas olhamos insistentemente para o relógio que marca o compasso diário da pauta que constitui a soma dos nossos dias, divisando incrédulos o tempo que passa.O relógio marca o tempo e nós, seus senhores, limitamo-nos a vê-lo passar, displicentemente.O trabalho que agora se apresenta, visa abrir portas à reflexão sobre a efemeridade do tempo e a necessidade de o viver intensamente, como se cada dia fosse o último e o relógio pudesse parar logo ali.
Arlindo Pinto
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
(o) olhar(es) (dos) livros...
sábado, 20 de outubro de 2007
Ramadão - Módulo fotografia de autor
Um entre muitos
Oração da Quebra do Jejum
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Modulo I / fotografia de autor
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statment"Teofrasto – a retórica sobre os velhos"






























































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... making of...









